Treinar tem que ser nas suas próprias partidas. Os erros dos outros explicam como jogar certo; os seus mostram por que você joga do jeito que joga. O problema era que as suas partidas ficam no chess.com e no lichess, e o treinador não sabia nada sobre elas: só dava para adicionar uma de cada vez, colando o PGN na mão.
Agora dá para puxar o histórico inteiro de uma vez — pelo nick, sem arquivos e sem copiar e colar.
Como importar partidas do chess.com e do lichess
Perfil → aba Importar. Você escolhe a plataforma, digita o nick, indica quantas partidas recentes puxar — 50, 100 ou 300 — e clica em “Importar”.
Depois disso, pode fechar a aba. A importação roda no servidor, não no navegador: atualize a página, entre pelo celular, volte meia hora depois — o progresso está lá e o trabalho continua. Isso importa mais do que parece: trezentas partidas não baixam num instante, e manter o navegador aberto por causa disso é um péssimo negócio.
O que acontece depois da importação
As partidas não vão simplesmente para uma lista. Logo depois da importação, o motor analisa cada uma — no servidor, não no seu navegador. Enquanto o cálculo roda, você vê uma segunda barra de progresso e pode fazer o que quiser. Ao final da análise, cada partida tem a sua precisão, os erros marcados e os tipos de erro grosseiro que, juntos, formam o diagnóstico.
Na seção “Partidas”, as importadas aparecem na hora: marca de importada, plataforma, data, com qual cor você jogou, o rating dos dois lados. A ordem é pela data da partida, não pela data da importação: o histórico se lê do jeito que foi jogado.
Rodar de novo não quebra nada
Importe o mesmo nick outra vez — não vai aparecer duplicata. Cada partida é reconhecida pela sua chave na plataforma, e as que já estão aqui são puladas. Mais que isso: uma nova passada completa o que faltava antes: plataforma, ratings, data da partida. Então, se você importou cem partidas há um mês e hoje jogou mais vinte — é só rodar a importação de novo.
Para que serve tudo isso
As estatísticas do perfil são calculadas com as suas partidas de verdade, não com a dúzia que você jogou aqui. Precisão por cor, perdas por fase — abertura, meio-jogo, final — e, o principal, os tipos de erro que se repetem: peça pendurada, garfo, jogo na cravada, ataque descoberto. Uma partida não diz nada sobre você. Duzentas dizem tudo.
A ideia é simples: primeiro um retrato honesto, depois o treino. Treinar a esmo é o jeito mais caro de não melhorar.
Limites honestos
- São importadas as suas partidas do chess.com e do lichess — pelo nick, pela API pública das plataformas.
- Por rodada, até 300 partidas recentes. Precisa de mais? Rode de novo, duplicata não aparece.
- Analisar trezentas partidas leva tempo. A barra de progresso mostra quanto falta; a página pode ser fechada.
- O rating dos dois lados fica salvo junto com a partida — vai ser útil quando começarmos a mostrar a sua evolução.
Tudo isso já está funcionando: Perfil → Importar. É preciso ter conta para o histórico ter onde ficar.
